UOL

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A VIDA EM OUTROS PLANETAS

A pergunta sempre excitou a imaginação do homem: há vida em outros planetas além da Terra? Filmes e livros já ofereceram inúmeras versões no campo da ficção. Na área da ciência, uma pesquisa reunindo astrônomos e químicos tem se aproximado mais da realidade ao recriar em laboratório as condições da atmosfera de Titã, uma das luas de Saturno.
No experimento, os pesquisadores identificaram a formação de adenina, uma das quatro bases do DNA. Isso leva à pressuposição de que, sob determinadas circunstâncias, a possibilidade de vida em Titã é bastante real.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Captadas novas imagens da aurora de Saturno


Novas imagens artificialmente coloridas da aurora brilhante de Saturno, feitas ao longo de dois dias, estão a ajudar os cientistas a entenderem o que causa alguns dos espectáculos de luz mais impressionante do Sistema Solar.
As imagens fazem parte de um novo estudo que, pela primeira vez, extrai informações sobre as características da aurora de Saturno tomadas a bordo da nave Cassini da NASA.
Os resultados preliminares foram ontem apresentados pelo cientista Tom Stallard, no Congresso Europeu de Ciência Planetária, que decorre em Roma.
Nestas imagens, o fenómeno da aurora varia significativamente ao longo de um dia de Saturno, que dura aproximadamente 10 horas e 47 minutos. Ao meio-dia e à meia-noite, a aurora é visível iluminada durante várias horas, sugerindo que a claridade se encontra relacionada com o ângulo do Sol. Sendo que, até ao momento, os investigadores apenas analisaram mil das sete mil imagens que foram obtidas de Saturno.
Outra característica pode ser observada com a rotação do planeta, quando a aurora reaparece na mesma hora e no mesmo local, no segundo dia, sugerindo que ela é directamente controlada pela orientação do campo magnético deste planeta.
"As auroras de Saturno são muito complexas e nós estamos apenas a começar a compreender todos os factores que estão envolvidos", assegura Tom Stallard. "Este estudo irá proporcionar uma visão mais ampla da grande variedade de características da aurora, e irá ainda permitir compreender melhor o que controla essas mudanças na sua aparência", acrescenta este investigador.
De acordo com os estudos que já foram elaborados até ao momento, as auroras ocorrem de forma semelhante às luzes do Norte e do Sul da Terra. Partículas do vento solar são canalizadas pelo campo magnético de Saturno para os pólos do planeta, onde eles interagem com as partículas electricamente carregadas na atmosfera superior e emitem luz.
Em Saturno, no entanto, as características da aurora também podem ter relação com as ondas electromagnéticas geradas quando as luas do planeta se movem através do plasma que ocupa a magnetosfera deste planeta. A missão da Cassini-Huygens é um projecto conjunto da NASA com a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Italiana (ASI).


Novas imagens e filme captados pela sonda 'Cassini' mostram auroras brilhantes do planeta  por um período de dois dias

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Novas descobertas sobre os anéis de Saturno

A sonda Cassini registrou durante o equinócio do planeta Saturno, ocorrido no mês passado, extensas ondulações e nuvens de poeira nos anéis do planeta. Os astrônomos costumavam acreditar que os anéis eram perfeitamente planos. Novas imagens, divulgadas pela NASA, mostram que a altitude de algumas irregularidades recém-descobertas é comparável as Montanhas Rochosas do oeste dos EUA. As informações são do ScienceDaily.
Durante o equinócio a luz do Sol atingiu diretamente a borda dos anéis de Saturno, causando um efeito óptico que fez com que eles praticamente desaparecessem. Neste período a luz do Sol gerou longas sombras de quaisquer objetos escondidos que mostrarem protuberâncias além dos 10 metros de largura dos anéis de Saturno.
Cientistas usaram a Cassini para observar elevações que se projetassem no brilho da iluminação paralela ao plano dos anéis. Os cientistas já sabiam das projeções verticais, mas não eram capazes de medir diretamente a altitude e largura das ondulações sem a ajuda das sombras projetadas pelo equinócio. A observação durou cerca de uma semana.
Em nota divulgada pela agência espacial, Bob Pappalardo, cientista do projeto Cassini disse que esse é um dos eventos mais importantes que a sonda já nos mostrou. “É como pôr óculos 3D e ver a terceira dimensão pela primeira vez”, disse ele.
 A sonda Cassini entrou em órbita do planeta Saturno em 2004, dede então tem observado detalhes do planeta, suas luas e anéis. Instrumentos da nave descobriram novos anéis e luas e têm melhorado nossa compreensão do sistema de anéis de Saturno.
 FONTE: TERRA

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O PLANETA SATURNO

O planeta Saturno é sem dúvida alguma a Maravilha do Sistema Solar, e sua  observação oferece boas condições, mesmo estando o dobro da distância de Júpiter.
Com um telescópio de 60mm já é possível observar o planeta, inclusive seus anéis,  mas é com um Refletor de 200mm ou maior que começamos a observar o planeta no  seus detalhes, a divisão de Cassini e seus satélites já são visíveis
Saturno apresenta um achatamento de 1/10, possui temperaturas baixíssimas, de -150 C, seus anéis são formados de camadas de corpos de gelo, poeira de detritos, são verdadeiros satélites, seu sistema de anéis é constituído por mais de 100 concêntricos

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Cientistas descobrem vida em lua de Saturno

Os cientistas encontraram evidências de que há vida na maior lua de Saturno, Titã. Eles descobriram indícios de que alienígenas primitivos estão respirando na atmosfera da Titã.




As descobertas, foram feita através de uma nave espacial em órbita, revelados em dois relatórios separados.



A sonda Cassini da NASA analisou a química complexa na superfície de Titã – a única lua conhecida por ter uma atmosfera densa. Sua superfície é coberta por montanhas, lagos e rios, o que levou os astrônomos a dizer que é o que se tem de mais parecido com a Terra no sistema solar.



Produtos químicos orgânicos já haviam sido detectados no planeta de 3.200 quilômetros de largura. Mas o líquido em Titã não é água, mas o metano, os cientistas especulam que a vida existente tem origem a partir do metano.



O primeiro artigo, na revista Icarus, mostra que o gás hidrogênio flui para baixo através da atmosfera de Titã desaparecendo na superfície, sugerindo que poderiam estar sendo inspirada por insetos alienígenas.



O segundo artigo, no Journal of Geophysical Research, relata que há falta de um determinado produto químico na superfície, o que leva os cientistas a acreditarem que pode estar sendo consumido pela vida.




O astrobiólogo da NASA Chris McKay disse: "Se estes sinais não virem a ser um sinal de vida, seria duplamente emocionante porque representaria uma segunda forma de vida independente da vida à base de água na Terra".



O professor John Zarnecki, da Open University, disse: "Nós acreditamos que a química está lá para toda a vida se formar. Ela só precisa de calor para o arranque do processo. Dentro de quatro bilhões de anos, quando o Sol inchar em uma gigante vermelha, poderia ser o paraíso na Titan”.

Nasa: estudo mostra que pode haver vida em lua de Saturno


Pesquisadores da Nasa acreditam ter encontrado evidências claras de vida em Titan, uma das luas de Saturno. Segundo os especialistas, ela é a única que apresenta as características químicas para acomodar seres vivos.

As afirmações se baseiam na variação da quantidade recursos, como hidrogênio, na superfície de Titan. Duas pesquisas feitas tiveram resultados diferentes, sendo que a primeira mostrou uma maior quantidade que a segunda. Os cientistas acreditam que esses recursos tenham sido consumidos pela forma de vida presente no satélite.



"Acreditamos no consumo de hidrogênio, pois é o gás óbvio da vida em Titan, como temos aqui na Terra. Isso seria muito emocionante, pois seria uma segunda forma de vida, diferente da baseada na água, como na Terra", disso o astrobiólogo da Nasa, Chris McKay.